Competições

Equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing comemora título dos UTVs no Rally Dakar 2020, na Arábia Saudita. Crédito: MCH Photography

Rally Dakar – Can-Am domina disputa e é campeã dos UTVs pelo terceiro ano consecutivo

Can-Am Maverick X3 é o UTV de 19 dos 20 competidores mais rápidos da categoria; Brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin vencem última etapa e fecham prova em nono lugar…

Can-Am Maverick X3 é o UTV de 19 dos 20 competidores mais rápidos da categoria; Brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin vencem última etapa e fecham prova em nono lugar do ranking.
Fonte: Mundo Press

A Can-Am ampliou o seu domínio no Rally Dakar e, pelo terceiro ano consecutivo, é a grande campeã da categoria para UTVs (SxS) no desafio off-road mais difícil do planeta. Após 12 dias de disputas e quase oito mil quilômetros percorridos na Arábia Saudita – cerca de cinco mil deles de trechos cronometrados -, a 42ª edição da prova coroou de forma inédita os norte-americanos Casey Currie e Sean Berriman, da Monster Energy/Can-Am/South Racing. Com vitória na 12ª e última etapa, realizada nesta sexta-feira (17/1) entre Haradh e Qiddiya, local da chegada, os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, da mesma equipe oficial, fecharam as disputas em nono lugar do ranking.

Categoria que mais cresce nos ralis, os UTVs foram uma atração à parte no Dakar. Em 12 etapas, as disputas foram marcadas pelo equilíbrio e por cinco líderes distintos, todos eles acelerando o UTV Can-Am Maverick X3. Casey Currie e Sean Berriman construíram o resultado dia após dia e, após liderarem o ranking na terceira etapa, voltaram ao topo da tabela no sétimo dia de prova – e não saíram mais de lá. Assim, os norte-americanos entram para o restrito hall de campeões da Can-Am no Rally Dakar, que já inclui as duplas Francisco “Chaleco” Lopez/Álvaro Quintanilla (2019), do Chile, e Reinaldo Varela/Gustavo Gugelmin (2018).

Em 2020, o UTV Can-Am Maverick X3 foi a escolha de 33 dos 46 competidores inscritos no Rally Dakar. O veículo, sinônimo de alta performance e durabilidade, voltou a dominar o ranking da categoria: dos 20 primeiros dos UTVs, 19 aceleraram o Can-Am Maverick X3. Outro fato que reforça o domínio da marca canadense é que, dos 31 competidores que terminaram a prova, 28 utilizaram veículos da Can-Am.

Brasileiros no top 10 – Além do título do Dakar em 2018, os brasileiros Gustavo Varela e Gustavo Gugelmin são os atuais campeões mundiais de Rally Cross Country da classe T3. A dupla mostrou na prática porque é uma das mais respeitadas do cenário mundial e encerrou a prova no top 10, em nono lugar, após fazer uma prova de recuperação.

Logo na etapa de abertura, os brasileiros perderam o volante do carro após uma quebra no sistema de direção. Eles não desistiram e improvisaram o conserto com o que tinham, no caso duas chaves de boca, e Varela passou os 153 quilômetros finais daquela etapa conduzindo o veículo de forma inusitada. Quando chegaram, em 38º lugar, foram aplaudidos pela criatividade e força de vontade.

A partir daí, mesmo com muitas dificuldades pelo caminho, os brasileiros travaram uma “escalada” no ranking, subindo posições a cada dia, e ainda foram fundamentais no trabalho de equipe da Monster Energy/Can-Am/South Racing, focado em garantir o título geral para os companheiros Currie e Berriman. Varela e Gugelmin venceram duas etapas da prova, a oitava e a 12ª.

“Foi um Rally Dakar muito difícil, como todos. Para chegar, é preciso fazer o possível e o impossível”, diz o experiente piloto Varela, de 60 anos. “Tivemos problemas logo no começo, o que é normal em uma corrida, e depois o nosso foco foi ajudar a equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing na conquista o título, o que também foi muito importante. O UTV Can-Am Maverick X3 é, sem dúvidas, o melhor equipamento que poderíamos ter, é o mais confiável e com o melhor desempenho. Agradeço a toda a torcida do Brasil, que é a gasolina para a gente acelerar cada vez mais, e no ano que vem estaremos novamente no Dakar”, acrescenta o paulista.

O navegador catarinense Gugelmin, 38 anos, avaliou o balanço da dupla no Dakar como positivo. “Foi um Dakar totalmente diferente, no qual tivemos que colocar toda a nossa engenhosidade em prática para sair daquela situação adversa do primeiro dia. A gente sempre espera brigar pelo título, mas rali é isso mesmo, uma surpresa a cada curva, a cada montanha, sempre há novos desafios. Foram muitos aprendizados, a começar pelo terreno, clima e cultura diferentes da Arábia Saudita, e chegamos muito bem, no top 10, e com saúde. É isso que importa. O Can-Am Maverick X3, mais uma vez, se mostrou imbatível. Ser o UTV dos nove entre os 10 primeiros da prova é muito proveitoso para a marca”, conclui.

A 42ª edição do Dakar teve início no dia 5 de janeiro, em Jedaah, e programou um dia de descanso até a linha de chegada em Qiddiya. Além dos UTVs, a tradicional prova contou com categorias para motos, quadriciclos, carros e caminhões.

Rally Dakar 2020 – Categoria UTVs (SxS)

Resultado final acumulado (extraoficial) – Dez primeiros
1 – #405 – Casey Currie / Sean Berriman (EUA) – 53:25:52 – Can-Am Maverick X3
2 – #411 – Sergei Kariakin / Anton Vlasiuk (RUS) – 54:05:04 – Can-Am Maverick X3
3 – #400 – Francisco “Chaleco” Lopez / Juan Pablo Vinagre (CHI) – 54:18:28 – Can-Am Maverick X3
4 – #404 – Conrad Rautenbach (ZWE) / Pedro Bianchi Prata (POR) – 54:38:11
5 – #410 – Jose Antonio Lopez / Diego Gil (ESP) – 54:46:30 – Can-Am Maverick X3
6 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 55:45:07 – Can-Am Maverick X3
7 – #417 – Axel Alletru (FRA) / Francois Begun (BEL) – 55:50:15 – Can-Am Maverick X3
8 – #427 – Austin Jones / Kellon Walch (EUA) – 56:23:30 – Can-Am Maverick X3
9 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 59:09:53 – Can-Am Maverick X3
10 – #433 – Santiago Navarro / Marc Terradellas (ESP) – 59:10:27 – Can-Am Maverick X3


Resultados da 12ª etapa (extraoficiais) – Dez primeiros
1 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 01:36:19 – Can-Am Maverick X3
2 – #409 – Blade Hildebrand (EUA) / Francois Cazalet (FRA) – 01:36:43
3 – #427 – Austin Jones / Kellon Walch (EUA) – 01:39:37 – Can-Am Maverick X3
4 – #411 – Sergei Kariakin / Anton Vlasiuk (RUS) – 01:39:59 – Can-Am Maverick X3
5 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 01:40:36 – Can-Am Maverick
6 – #400 – Francisco “Chaleco” Lopez / Juan Pablo Vinagre (CHI) – 01:41:24 – Can-Am Maverick X3
7 – #404 – Conrad Rautenbach (ZWE) / Pedro Bianchi Prata (POR) – 01:42:01
8 – #401 – Gerard Farres Guell / Armand Monleon (ESP) – 01:43:50 – Can-Am Maverick X3
9 – #417 – Axel Alletru (FRA) / Francois Begun (BEL) – 01:44:28 – Can-Am Maverick X3
10 – #442 – Saleh Alsaif (SAU) / Moad Alarja (JOR) – 01:45:02 – Can-Am Maverick X3


Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin são os mais rápidos do oitavo dia do Rally Dakar 2020, na Arábia Saudita, com o UTV Can-Am Maverick X3. Crédito: MCH Photography

Rally Dakar – Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin vencem SS8 entre os UTVs

Além de faturar o dia com a dupla brasileira, equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing segue na ponta da classificação com os norte-americanos Casey Currie e Sean Berriman. Fonte: Mundo Press O Rally Dakar…

Além de faturar o dia com a dupla brasileira, equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing segue na ponta da classificação com os norte-americanos Casey Currie e Sean Berriman.
Fonte: Mundo Press

Rally Dakar 2020 teve a primeira vitória brasileira em uma etapa, nesta segunda-feira (13/1). Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, da Monster Energy/Can-Am/South Racing, foram os mais rápidos entre os UTVs (SxS) na oitava etapa da 42ª edição do principal rali do planeta. Foram 716 quilômetros percorridos no dia, 477 deles cronometrados, em um trajeto em laço em Wadi Al-Dawasir, na Arábia Saudita. Com o resultado, a dupla, que acelera o UTV Can-Am Maverick X3, subiu para a décima colocação na classificação geral da categoria, liderada pelos companheiros de equipe Casey Currie e Sean Berriman, dos Estados Unidos.

Depois de um início difícil de competição, Varela e Gugelmin, atuais campeões mundiais de Rally Cross Country da classe T3 e donos do título do Dakar em 2018 nos UTVs, passaram a fazer uma prova de recuperação, subindo posições no ranking, dia após dia. “Tudo perfeito para gente hoje, sem nenhum problema de navegação, de pilotagem ou mecânico. A especial foi bem longa e o clima estava muito frio. Conseguimos passar todos os UTVs e seguir abrindo a prova”, conta Gugelmin, navegador catarinense.

Já o piloto Varela descreve alguns detalhes do trajeto. “Encaramos dunas bem difíceis e muitas pedras em alguns trechos. Havia dunas ‘de bico’, onde muito carros e caminhões estavam atolando. Conseguimos andar bem e o Can-Am Maverick X3, mais uma vez, estava 100%”, diz o paulista de 60 anos, que participa pela sexta vez da competição.

Após oito dias, a Can-Am segue absoluta na categoria para UTVs, de olho no tricampeonato do Rally Dakar. Dos dez primeiros colocados na classificação geral, nove utilizam o Can-Am Maverick X3. Ao todo, foram 46 participantes inscritos – 33 deles utilizam veículos da marca canadense.

Nesta terça-feira (14/1), o Dakar 2020 deixa Wadi Al-Dawasir e segue para Haradh, na Arábia Saudita. O percurso total conta com 886 quilômetros, sendo 410 de especiais (trechos cronometrados). O grande desafio da nona etapa promete ser a pilotagem, dessa vez, em terreno duro e irregular.

Faltam quatro dias para o fim da competição, que tem como destino final Qiddiya, também em terras sauditas, na próxima sexta-feira (17/1). Além dos UTVs, o Dakar 2020 inclui disputas de motos, quadriciclos, carros e caminhões, que percorrerão ao fim de 12 dias 7800 quilômetros (pouco mais de 5000 km de especiais).

Rally Dakar 2020 – Categoria UTVs (SxS)

Acumulado (extraoficiais) – Dez primeiros
1 – #405 – Casey Currie / Sean Berriman (EUA) – 39:47:37 – Can-Am Maverick X3
2 – #400 – Francisco “Chaleco” Lopez / Juan Pablo Vinagre (CHI) – 40:03:17 – Can-Am Maverick X3
3 – #411 – Sergei Kariakin / Anton Vlasiuk (RUS) – 40:22:06 – Can-Am Maverick X3

4 – #404 – Conrad Rautenbach (ZWE) / Pedro Bianchi Prata (POR) – 40:53:40
5 – #410 – Jose Antonio Lopez / Diego Gil (ESP) – 40:56:02 – Can-Am Maverick X3
6 – #427 – Austin Jones / Kellon Walch (EUA) – 41:02:07 – Can-Am Maverick X3
7 – #417 – Axel Alletru (FRA) / Francois Begun (BEL) – 41:45:06 – Can-Am Maverick X3
8 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 42:00:53 – Can-Am Maverick X3
9 – #419 – Aaron Domzala / Maciej Marton (POL) – 43:20:40 – Can-Am Maverick X3
10 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 43:36:15 – Can-Am Maverick X3


Resultados da 8ª etapa (extraoficiais) – Dez primeiros

1 #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 4:50:48 – Can-Am Maverick X3
2 – #400 – Francisco “Chaleco” Lopez / Juan Pablo Vinagre (CHI) – 4:51:10 – Can-Am Maverick X3
3 – #427 – Austin Jones / Kellon Walch (EUA) – 4:58:09 – Can-Am Maverick X3
4 – #411 – Sergei Kariakin / Anton Vlasiuk (RUS) – 4:59:05 – Can-Am Maverick X3
5 – #419 – Aaron Domzala / Maciej Marton (POL) – 5:03:58 – Can-Am Maverick X3
6 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 5:07:31 – Can-Am Maverick X3
7 – #405 – Casey Currie / Sean Berriman (EUA) – 5:07:33 – Can-Am Maverick X3
8 – #429 – Kees Koolen / Jurgen Goorbergh (HOL) – 5:10:11 – Can-Am Maverick X3

9 – #404 – Conrad Rautenbach (ZWE) / Pedro Bianchi Prata (POR) – 5:12:54
10 – #431 – Juan Medero (ESP) / Juan Silva (ARG) – 5:13:57 – Can-Am Maverick X3


Roteiro* Rally Dakar 2020 / Categoria para UTVs

14/1
Etapa 9 – Wadi Al Dawasir / Haradh
Deslocamento – 476 km
Especial – 410 km
Total do dia – 886 km

15/1
Etapa 10 – Haradh / Shubaytah – Etapa maratona
Deslocamento – 74 km
Especial – 534 km
Total do dia – 608 km

16/1
Etapa 11 – Shubaytah / Haradh – Etapa maratona
Deslocamento – 365 km
Especial – 379 km
Total do dia – 744 km

17/1
Etapa 12 – Haradh / Qiddiya
Deslocamento – 73 km
Especial – 374 km
Total do dia – 447 km

TOTAL DO PERCURSO – 7855 km
TOTAL ESPECIAIS – 5096 km

* As informações são fornecidas pela organização do evento e estão sujeitas e alterações.


ReinaldoVarela e GustavoGugelmin no Dia7 Dakar2020_CanAm_Credito: MCH Photography

Rally Dakar – Competidores completam sétimo dia no Dakar 2020

Fonte: Mundo Press O sétimo dia do Dakar 2020 terminou com Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin em sexto lugar nos UTVs. Na classificação geral da categoria, os brasileiros subiram para a 11ª posição.…

Fonte: Mundo Press

O sétimo dia do Dakar 2020 terminou com Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin em sexto lugar nos UTVs. Na classificação geral da categoria, os brasileiros subiram para a 11ª posição. Outro destaque do domingo (12/1) foi a volta à liderança da categoria da dupla Casey Currie e Sean Berriman, também da equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing, com o UTV Can-Am Maverick X3. Os norte-americanos completaram o trajeto de 741 km, sendo 546 cronometrados, entre Riyadh e Wadi Al-Dawasir, na Arábia Saudita, na segunda posição.

Para os brasileiros, o dia foi de trabalhar para a equipe. “Hoje foi de fácil navegação e pilotagem, com trechos muito rápidos, retas gigantes e poucas dunas. Atuamos como ‘mochileiros’ dos nossos companheiros de time e viemos o tempo todo atrás deles, sem ultrapassá-los. Chegamos até a ajudá-los a trocar pneu”, conta o navegador Gugelmin. Ao lado de Varela, o catarinense é o atual campeão mundial de Rally Cross Country da classe T3 e venceu o Dakar em 2018 nos UTVs.

Também da Monster Energy/Can-Am/South Racing, os espanhóis Gerard Farres Guell e Armand Monleon finalizaram o dia no top 10, na oitava posição. A vitória ficou com Blade Hildebrand, dos Estados Unidos, e Francois Cazalet, da França. Com domínio da Can-Am, a disputa entre os UTVs está acirrada desde o início da competição, com revezamento da liderança em todas as etapas até o momento.

Dia difícil para todos no Dakar – O domingo também foi bastante difícil para todos no Dakar, com o falecimento do português Paulo Gonçalves, de 40 anos, que disputava a prova na categoria motos. “Sentimos muito a morte do Paulo. Eu ainda o encontrei na largada hoje pela manhã. Era um grande piloto. Desejamos condolências a toda família, amigos e equipe”, destaca Gugelmin.

Por conta da fatalidade, a prova foi cancelada para as categorias direcionadas às motos e aos quadriciclos nesta segunda-feira (13/1). O competidores das classes dos UTVs, carros e caminhões partem para a oitava etapa do Rally Dakar.

O percurso será em laço, em Wadi Al-Dawasir, na Arábia Saudita, local mais ao Sul do país que a prova alcançará. Serão percorridos 716 km, sendo 477 contra o relógio, em uma região montanhosa, além de paisagens diferentes, como pedras negras na areia branca.

O Dakar 2020 termina na próxima sexta-feira-feira (17/1), em Qiddiya, na Arábia Saudita. A 42ª edição do principal rali do mundo tem a Can-Am com o maior número de participante da categoria UTVs. Do 46 inscritos, 33 são da marca canadense. A competição conta ao todo com cerca de 7800 quilômetros (pouco mais de 5000 km de especiais) e conta também com motos, quadriciclos, carros e caminhões.

Rally Dakar 2020 – Categoria UTVs (SxS)

Acumulado (extraoficiais) – Dez primeiros
1 – #405 – Casey Currie / Sean Berriman (EUA) – 34:40:04 – Can-Am Maverick X3
2 – #400 – Francisco “Chaleco” Lopez / Juan Pablo Vinagre (CHI) – 35:12:07 – Can-Am Maverick X3
3 – #411 – Sergei Kariakin / Anton Vlasiuk (RUS) – 35:23:01 – Can-Am Maverick X3
4 – #410 – Jose Antonio Lopez / Diego Gil (ESP) – 35:38:53 – Can-Am Maverick X3
5 – #404 – Conrad Rautenbach (ZWE) / Pedro Bianchi Prata (POR) – 35:40:46
6 – #427 – Austin Jones / Kellon Walch (EUA) – 36:03:58 – Can-Am Maverick X3
7 – #417 – Axel Alletru (FRA) / Francois Begun (BEL) – 36:29:00 – Can-Am Maverick X3
8 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 36:53:22 – Can-Am Maverick X3
9 – #419 – Aaron Domzala / Maciej Marton (POL) – 38:16:42 – Can-Am Maverick X3
10 – #443 – Aleksei Shmotev (RUS) / Andrei Rudnitski (BLR) – 38:32:44 – Can-Am Maverick X3
11 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 38:45:27 – Can-Am Maverick X3

Resultados da 7ª etapa (extraoficiais) – Dez primeiros
1 – #409 – Blade Hildebrand (EUA) / Francois Cazalet (FRA) – 5:26:35
2 – #405 – Casey Currie / Sean Berriman (EUA) – 5:37:50 – Can-Am Maverick X3
3 – #419 – Aaron Domzala / Maciej Marton (POL) – 5:39:51 – Can-Am Maverick X3
4 – #403 – Cyril Despres (FRA) / Michael Horn (SUI) – 5:40:48
5 – #427 – Austin Jones / Kellon Walch (EUA) – 5:41:17 – Can-Am Maverick X3
6 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 5:41:41 – Can-Am Maverick X3
7 – #417 – Axel Alletru (FRA) / Francois Begun (BEL) – 5:43:19 – Can-Am Maverick X3
8 – #401 – Gerard Farres Guell / Armand Monleon (ESP) – 5:45:22 – Can-Am Maverick X3
9 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 5:47:53 – Can-Am Maverick X3
10 – #404 – Conrad Rautenbach (ZWE) / Pedro Bianchi Prata (POR) – 5:48:06

Roteiro* Rally Dakar 2020 / Categoria para UTVs

13/1
Etapa 8 – Wadi Al Dawasir / Wadi Al Dawasir
Deslocamento – 239 km
Especial – 477 km
Total do dia – 716 km

14/1
Etapa 9 – Wadi Al Dawasir / Haradh
Deslocamento – 476 km
Especial – 415 km
Total do dia – 891 km

15/1
Etapa 10 – Haradh / Shubaytah – Etapa maratona
Deslocamento – 74 km
Especial – 534 km
Total do dia – 608 km

16/1
Etapa 11 – Shubaytah / Haradh – Etapa maratona
Deslocamento – 365 km
Especial – 379 km
Total do dia – 744 km

17/1
Etapa 12 – Haradh / Qiddiya
Deslocamento – 73 km
Especial – 374 km
Total do dia – 447 km

TOTAL DO PERCURSO – 7855 km
TOTAL ESPECIAIS – 5096 km

As informações são fornecidas pela organização do evento e estão sujeitas e alterações.


Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin representam o Brasil no Rally Dakar 2020, na Arábia Saudita. Crédito: MCH Photography

Can-Am lidera ranking dos UTVs no primeiro dia do Rally Dakar 2020

Vitória ficou com a dupla Aaron Domzala e Maciej Marton, da Polônia, a bordo do Can-Am Maverick X3. Fonte: Mundo Press A etapa de abertura do Rally Dakar 2020 teve domínio da Can-Am…

Vitória ficou com a dupla Aaron Domzala e Maciej Marton, da Polônia, a bordo do Can-Am Maverick X3.
Fonte: Mundo Press

A etapa de abertura do Rally Dakar 2020 teve domínio da Can-Am na categoria para UTVs (SxS). Os nove primeiros colocados do dia aceleraram o Can-Am Maverick X3, veículo atual bicampeão da competição. Neste domingo (5/1), os participantes partiram de Jeddah rumo a Al Wajh, na Arábia Saudita, em um percurso de 752 quilômetros, sendo 319 de especiais (trechos cronometrados).

A vitória ficou com a dupla Aaron Domzala e Maciej Marton, da Polônia, que entrou para o clube dos vencedores de etapas do Dakar. Casey Currie e Sean Berriman, dos Estados Unidos e da equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing, terminaram o dia na segunda colocação, seguidos por Jose Antonio Lopez e Diego Gil, da Espanha.

Os conterrâneos Gerard Farres Guel e Armand Monleon, também da Monster Energy/Can-Am/South Racing, concluíram a etapa, considerada rápida, com trechos sinuosos, dunas e pedras, em oitavo lugar. Já os brasileiros, atuais campeões mundiais de Rally Cross Country da classe T3, donos do título do Dakar nos UTVs em 2018 e também pilotos oficiais Monster Energy/Can-Am/South Racing, tiveram problemas neste domingo e perderam muito tempo para concluir a especial, terminando em 38º lugar. “Ficamos sem ter como virar o volante devido a uma peça da coluna da direção, que partiu. Assim, perdemos uma hora e meia para consertar”, explica o navegador Gugelmin.

Nesta segunda-feira (6/1), a caravana do Dakar deixa Al Wajh e parte para Neom. Serão 401 quilômetros a serem explorados em terras sauditas, sendo 367 contra o relógio. Dos 46 UTVs inscritos na categoria, 33 são fabricados pela Can-Am, o que consolida o domínio da marca na modalidade. A 42ª edição do Rally Dakar também conta com disputas nas motos, quadriciclos, carros e caminhões.

Rally Dakar 2020 – Categoria UTVs (SxS)

Resultados da 1ª etapa (extraoficiais) – Dez primeiros
1 – #419 – Aaron Domzala / Maciej Marton (POL) – 4:00:58 – Can-Am Maverick X3
2 – #405 – Casey Currie / Sean Berriman (EUA) – 4:02:49 – Can-Am Maverick X3
3 – #410 – Jose Antonio Lopez / Diego Gil (ESP) – 4:06:47 – Can-Am Maverick X3
4 – #400 – Francisco “Chaleco Lopez / Juan Pablo Vinagre (CHI) – 4:07:45 – Can-Am Maverick X3
5 – #411 – Sergei Kariakin / Anton Vlasiuk (RUS) – 4:09:50 – Can-Am Maverick X3
6 – #427 – Austin Jones / Kellon Walch (EUA) – 4:16:37 – Can-Am Maverick X3
7 – #443 – Aleksei Shmotev (RUS) / Andrei Rudnitski (BLR) – 4:19:22 – Can-Am Maverick X3
8 – #401 – Gerard Farres Guell / Armand Monleon (ESP) – 4:19:49 – Can-Am Maverick X3
9 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 4:19:49 – Can-Am Maverick X3
10 – #412 – Mitchell Guthrie (EUA) / Ola Floene (NOR) – 4:22:55
38 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 6:23:12 – Can-Am Maverick X3
Roteiro* Rally Dakar 2020 / Categoria para UTVs

6/1
Etapa 2 – Al Wajh / Neom
Deslocamento – 34 km
Especial – 367 km
Total do dia -401 km

7/1
Etapa 3 – Neom / Neom
Deslocamento – 85 km
Especial – 404 km
Total do dia – 489 km

8/1
Etapa 4 – Neom / Al-`Ula
Deslocamento – 223 km
Especial –  453 km
Total do dia – 676 km

9/1
Etapa 5 – Al-`Ula / Ha’il
Deslocamento – 210 km
Especial – 353 km
Total do dia – 563 km

10/1
Etapa 6 – Ha’il / Riyadh
Deslocamento – 352 km
Especial – 478 km
Total do dia – 830 km

11/1
Dia de descanso – Riyadh

12/1
Etapa 7 – Riyadh / Wadi Al Dawasir
Deslocamento – 195 km
Especial – 546 km
Total do dia – 741 km

13/1
Etapa 8 – Wadi Al Dawasir / Wadi Al Dawasir
Deslocamento – 239 km
Especial – 474 km
Total do dia – 713 km

14/1
Etapa 9 – Wadi Al Dawasir / Haradh
Deslocamento – 476 km
Especial – 415 km
Total do dia – 891 km

15/1
Etapa 10 – Haradh / Shubaytah
Deslocamento – 74 km
Especial – 534 km
Total do dia – 608 km

16/1
Etapa 11 – Shubaytah / Haradh
Deslocamento – 365 km
Especial – 379 km
Total do dia – 744 km

17/1
Etapa 12 – Haradh / Qiddiya
Deslocamento – 73 km
Especial – 374 km
Total do dia – 447 km

TOTAL DO PERCURSO – 7855 km
TOTAL ESPECIAIS – 5096 km

* As informações são fornecidas pela organização do evento e estão sujeitas e alterações.


Rally Dakar – Brasileiros prontos para a largada

Rally Dakar – Brasileiros prontos para a largada

De olho no bicampeonato dos UTVs, brasileiros estão prontos para a largada do Rally Dakar 2020. Fonte: Mundo Press Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin estão prontos para a largada do Rally Dakar…

De olho no bicampeonato dos UTVs, brasileiros estão prontos para a largada do Rally Dakar 2020.
Fonte: Mundo Press

Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin estão prontos para a largada do Rally Dakar 2020, marcada para este domingo (5/1) em Jeddah, na Arábia Saudita. De olho no segundo título da categoria para UTVs (SxS), os brasileiros competem novamente a bordo do Can-Am Maverick X3, o veículo atual bicampeão do Dakar.

Considerado o principal desafio do calendário off-road, o Rally Dakar programou 12 dias de disputas, além de um de descanso, para os UTVs completarem o percurso de 7855 quilômetros até Qiddiya, onde serão conhecidos os campeões da temporada 2020. O trajeto total inclui 65% de terrenos arenosos, sendo que os trechos cronometrados (especiais) somam 5096 km.

Os organizadores aguardam 557 competidores de 53 países no Dakar 2020, que ainda tem categorias para motos, carros, quadriciclos e caminhões. Com 46 veículos inscritos, 33 deles fabricados pela Can-Am, a categoria para UTVs promete disputas acirradas. O piloto chileno Francisco “Chaleco” Lopez, vencedor de 2019 com o UTV Can-Am Maverick X3, é um dos confirmados no grid, repleto de nomes de peso.

Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, atuais campeões mundiais da classe T3 no Campeonato Mundial de Rally Cross Country, são fortes candidatos ao título dos UTVs no Dakar – repetindo o feito de 2018. No ano passado, eles completaram a prova em terceiro lugar da classe. Os brasileiros defendem a equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing, representada por mais duas duplas na prova (Gerard Farres Guell e Armand Monleon, da Espanha, e Casey Currie e Sean Berriman, dos Estados Unidos).

“As expectativas são ótimas. Cheguei na Arábia Saudita no dia 31 de dezembro, para já me ambientar ao fuso horário. É sempre bom chegar antes para acertar todos os detalhes, estamos prontos e muito motivados para buscar o melhor resultado no Rally Dakar”, garante o experiente piloto paulista Reinaldo Varela. “O Can-Am Maverick X3 foi o nosso aliado nas conquistas do Dakar e do Mundial, portanto temos muita confiança no UTV”, acrescenta.

Depois de passar a virada de ano no avião, o catarinense Gugelmin também já está em solo árabe. “O Dakar é um rali extremamente duro e desafiador, e é isso que a gente espera, ainda mais com um percurso novo para todos os competidores e repleto de areias e dunas. Será preciso ter atenção na navegação, entrosamento entre piloto e copiloto e muita calma, porque o rali pode ser traiçoeiro. Temos plenas condições de alcançar um resultado excelente e vamos em busca disso”, conclui Gugelmin.

Roteiro* Rally Dakar 2020 / Categoria para UTVs

5/1
Etapa 1 – Jeddah / Al Wajh
Deslocamento – 433 km
Especial – 319 km
Total do dia – 752 km

6/1
Etapa 2 – Al Wajh / Neom
Deslocamento – 34 km
Especial – 367 km
Total do dia -401 km

7/1
Etapa 3 – Neom / Neom
Deslocamento – 85 km
Especial – 404 km
Total do dia – 489 km

8/1
Etapa 4 – Neom / Al-`Ula
Deslocamento – 223 km
Especial – 453 km
Total do dia – 676 km

9/1
Etapa 5 – Al-`Ula / Ha’il
Deslocamento – 210 km
Especial – 353 km
Total do dia – 563 km

10/1
Etapa 6 – Ha’il / Riyadh
Deslocamento – 352 km
Especial – 478 km
Total do dia – 830 km

11/1
Dia de descanso – Riyadh

12/1
Etapa 7 – Riyadh / Wadi Al Dawasir
Deslocamento – 195 km
Especial – 546 km
Total do dia – 741 km

13/1
Etapa 8 – Wadi Al Dawasir / Wadi Al Dawasir
Deslocamento – 239 km
Especial – 474 km
Total do dia – 713 km

14/1
Etapa 9 – Wadi Al Dawasir / Haradh
Deslocamento – 476 km
Especial – 415 km
Total do dia – 891 km

15/1
Etapa 10 – Haradh / Shubaytah
Deslocamento – 74 km
Especial – 534 km
Total do dia – 608 km

16/1
Etapa 11 – Shubaytah / Haradh
Deslocamento – 365 km
Especial – 379 km
Total do dia – 744 km

17/1
Etapa 12 – Haradh / Qiddiya
Deslocamento – 73 km
Especial – 374 km
Total do dia – 447 km

TOTAL DO PERCURSO – 7855 km
TOTAL ESPECIAIS – 5096 km

* As informações são fornecidas pela organização do evento e estão sujeitas e alterações.


Cascavel de Ouro

Fonte: Jornal 4Cantos Aconteceu neste último dia 3, uma das corridas mais famosas do automobilismo brasileiro, a Cascavel de Ouro, na cidade de Cascavel/PR. O fernandopolense, Reinaldo Cangueiro, disputou pelo…

Fonte: Jornal 4Cantos

Aconteceu neste último dia 3, uma das corridas mais famosas do automobilismo brasileiro, a Cascavel de Ouro, na cidade de Cascavel/PR.

O fernandopolense, Reinaldo Cangueiro, disputou pelo segundo ano seguido, desta vez com seu Lótus Spirit e faturou o 3º lugar da tão sonhada corrida. Mesmo apresentando problemas no câmbio e embreagem do veículo na primeira prova após levar uma colisão traseira de outro competidor, conseguiu solucionar a tempo o problema mecânicos e subir no pódio. “Foram duas provas, sendo que na primeira tivemos problemas com o carro após outro piloto bater na traseira do meu veículo, mas que foi solucionado a tempo com muita dedicação da equipe.” Diz Cangueiro.

“Já na segunda prova, choveu, e com isso, a pista se tornou outra, muito escorregadia, o que fez toda a diferença para alcançarmos o 3º lugar, já que o Rally me dá muita bagagem em terrenos molhados” Afirma Cangueiro, também piloto Campeão Brasileiro de Rally Baja.

A corrida foi inteiramente televisionada pelo canal Catve, e pode ser revista no link pelo site.
“Agradeço a toda a equipe Cangueiro Team, Casarini Racing, Gulf, SK Lubrificantes, Academia Pro-Trainning e Dopamina, por acreditar em minhas vitórias” – finaliza, Cangueiro.

Cangueiro se prepara para no próximo fim de semana, dia 9 e 10/11 competir pela penúltima etapa do Rally Brasileiro de Baja, na cidade de Lençóis Paulista/SP.

 


Brasileiros comemoram título mundial de Rally Cross Country com o UTV Can-Am Maverick X3

Piloto Reinaldo Varela e navegador Gustavo Gugelmin são campeões da categoria T3 e conquistam terceiro lugar da classificação geral dos carros na temporada 2019; Monster Energy/Can-Am garante título por equipes…

Piloto Reinaldo Varela e navegador Gustavo Gugelmin são campeões da categoria T3 e conquistam terceiro lugar da classificação geral dos carros na temporada 2019; Monster Energy/Can-Am garante título por equipes na T3
Fonte: Mundo Press

Os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin conquistaram o título da classe T3 no Campeonato Mundial de Rally Cross Country. A bordo do UTV Can-Am Maverick X3, a dupla garantiu a taça após o segundo lugar nos resultados extraoficiais da categoria no Rally do Marrocos, válido como etapa final da temporada 2019. A prova, com cinco dias de desafios e cerca de 2500 quilômetros percorridos, 1868 deles de trechos cronometrados, teve fim nesta quarta-feira (9/10), na cidade de Fez.

O ano também marcou o primeiro título mundial da Monster Energy/Can-Am, que faturou a taça por equipes da categoria T3. A dupla brasileira teve mais motivos para comemorar, já que alcançou o sólido terceiro lugar na classificação geral dos carros no Mundial de Rally Cross Country, atrás dos campeões Stephane Peterhansel e Andrea Peterhansel, da França, e de Nassar Saleh Al Attya (Catar) e Matthieu Baumel (França).

“A missão foi cumprida, somos os campeões da categoria T3 e ainda compusemos o Top 3 dos carros no Mundial”, ressalta o experiente piloto Reinaldo Varela. O paulista já possui em sua galeria dois títulos mundiais de Rally Cross Country na categoria T2, além de ter vencido entre os UTVs do Rally Dakar 2018, ao lado de Gugelmin.

Para definir os campeões de 2019, o Campeonato Mundial realizou etapas no Catar, Emirados Árabes e Cazaquistão, além do Marrocos, palco da grande final. “A temporada foi muito difícil, ainda mais aqui no Marrocos, que é um rali que atrai competidores de todo o mundo por ser preparatório para o Rally Dakar. A cada dia, tivemos um desafio maior. A quinta e última etapa foi duríssima, com muitas pedras”, relata.

Varela também destacou o trabalho do navegador e a confiança no equipamento como fundamentais para a vitória brasileira na temporada. “A navegação foi muito exigida em todas as etapas. O entrosamento foi importante na nossa dupla, em algumas ocasiões eu ajudei o Gugelmin a navegar e ele me ajudou a pilotar, tamanha a sintonia. O Can-Am Maverick X3 é outro ponto muito importante, pois é um equipamento robusto e compacto, o que nos tranquiliza muito para buscar o melhor em cada prova”, conclui Varela.


Dicas para pilotar num rally

São milhares de quilômetros de poeira, lama, sol, chuva e todas intempéries e obstáculos naturais que você possa imaginar. Longe do glamour da Fórmula 1, os competidores de um rally precisam estar…

São milhares de quilômetros de poeira, lama, sol, chuva e todas intempéries e obstáculos naturais que você possa imaginar. Longe do glamour da Fórmula 1, os competidores de um rally precisam estar preparados para tudo: desde trocar um pneu até pular de barrancos com mais de 20 metros de altura. “Disputar um rali é desafiar a competência e os limites do ser humano”, diz o piloto brasileiro Klever Kolberg, membro da equipe Petrobras Lubrax e dono de dezenas de títulos nacionais e internacionais.

Fonte: Mundo Estranho

Dicas para pilotar num rally

Dicas para pilotar num rally

Quem já experimentou a emoção de dirigir nessas duras condições garante: é apaixonante.

E só mesmo a paixão pela aventura explica o sucesso de provas arriscadas como o rally Dakar, que este ano realizou sua 40a edição! Criado em 1978 pelo piloto francês Thierry Sabine, a mais famosa prova do esporte reúne centenas de veículos, entre carros e UTVs, motos e caminhões.

Em um rali como esse, chamado de cross country, os percursos, cheios de obstáculos e variações topográficas, só são conhecidos na véspera. Ganha quem finalizar o trajeto na menor média de tempo. “Mas há ainda ralis de velocidade, realizados em percursos conhecidos com antecedência, e os de regularidade, em que o desafio é encontrar o caminho certo mantendo a média de velocidade exigida”, diz a piloto Luciana Bragante, que disputa provas no Brasil pela equipe Penélopes Rally Team.

Para os iniciantes, a dica é começar disputando as corridas de regularidade, mais seguras. Mas antes, é preciso estar disposto a colocar a mão no bolso ou arranjar um bom patrocínio. Para se ter uma ideia, uma aventura no Dakar não sai por menos de 100 mil dólares!

Pilotagem campeã

Dicas do veterano Klever Kolberg e de outros pilotos ajudam a enfrentar estradas perigosas

TUDO SOB CONTROLE

O painel de um carro de rali tem vários instrumentos. Um GPS (veja como o aparelho funciona na seção Tecnologia) indica a posição exata do carro, evitando que o competidor se perca. Um computador de navegação controla o percurso e a quilometragem percorrida. Também é importante ficar de olho nos indicadores do óleo, da tração 4×4 e da velocidade.

FAZENDO ÁGUA

Para cruzar rios fundos e estreitos, tome distância e entre com velocidade, para sair “lançado”. Numa prova de rali, se o rio for largo, não deve ser profundo. Para descobrir o caminho certo, observe por onde sai a trilha de outros carros e siga nessa direção, devagar, mas sem parar de acelerar. Outra possibilidade é esperar um veículo arriscar a travessia e depois segui-lo.

NO MAR DE LAMA

Em pisos muito lisos, como lamaçais ou subidas com pedras soltas, o melhor a fazer é engatar a marcha reduzida (em veículos que possuem essa opção). Apesar de diminuir a velocidade, tais procedimentos aumentam a força do carro, impedindo que ele patine ou derrape. O mesmo vale para curvas fechadas ou terrenos erodidos.

AREIA À FRENTE

Para percorrer sem problemas um trecho de areia, o carro precisa “flutuar” sobre o terreno. E a principal dica para conseguir isso é diminuir a pressão dos pneus em cerca de 30%, o que aumenta a estabilidade e evita que o veículo atole. Jogar com a calibragem, por sinal, é um macete dos mais experientes. Pisos fofos, pouca pressão. Nos firmes, pressão turbinada.

DECOLAGEM CONTROLADA

Diante de um barranco tipo rampa, diminua a velocidade, mantenha a calma e verifique a altura, o tipo de solo e por onde segue a trilha. “Perder tempo é relativo. Antes de tudo é preciso chegar”, diz a piloto de rali Luciana Bragante. Na hora da “aterrissagem”, tire o pé do acelerador e mantenha a direção reta.

REFORÇO NA SEGURANÇA

Para aumentar a proteção aos competidores, os carros têm uma “gaiola de ferro” que reforça a estrutura interna. Os bancos também são diferentes, pois envolvem o corpo da pessoa, que fica protegida por um cinto de segurança com cinco pontas. Por precaução, o veículo ainda leva muitas ferramentas e estepes – tudo bem amarrado. Cada categoria tem as suas especificações.

CÉREBRO DA EQUIPE

Além do piloto, no carro vai também um navegador. Ele monitora o painel e leva uma planilha que indica, entre outras coisas, o percurso a seguir, os obstáculos à frente e os pontos de fiscalização. Com essas informações, o navegador instrui o piloto, apontando desde uma pedra no caminho até a marcha que deve ser usada na próxima curva. Confira neste post a importância do navegador em provas off-road.

VIRA, VIRA, VIRA

Quando o carro ameaça capotar, é preciso controlar os instintos e agir racionalmente. Para garantir a estabilidade, por incrível que pareça, é preciso jogar a direção para o lado que ele está tombando e manter a aceleração. Por sinal, essa dica vale para outras situações: na dúvida, acelere! O freio pode fazer o carro derrapar e o motorista perder o controle de vez.

Conte com a equipe Casarini Racing para preparar o seu UTV para as maiores competições off-road!


2° Copa 6 Horas Casarini Endurance UTV

Está chegando a hora de pisar fundo na 2° Copa 6 Horas Casarini Endurance UTV em cordeirópolis, a 160km da capital paulistana.   Categorias – Aspirado Production – Aspirado Super…

Está chegando a hora de pisar fundo na 2° Copa 6 Horas Casarini Endurance UTV em cordeirópolis, a 160km da capital paulistana.
2° Copa 6 Horas Casarini Endurance UTV

2° Copa 6 Horas Casarini Endurance UTV

 

Categorias
– Aspirado Production
– Aspirado Super Production
– Turbo Light (fabricados até 2016)
– Turbo Pro
– Over 50 Turbos e Aspirados

Formato da prova

– 2 baterias de 2 horas de duração com intervalo de 2 horas
– Ordem de largada tomada de tempo e da segunda bateria chegada da primeira
– Diferença de voltas entre os competidores será mantida para a segunda bateria
– Pode correr por UTV de 1 a 3 pilotos
– Abastecimento não poderá ter válvula somente registro mangueira de no máximo uma polegada
– No intervalo entre as provas parque fechado
– Tanques de gasolina só será permitido original com o respiro do próprio original ,a boca do tanque tem que ser original

– Equipamentos de segurança obrigatórios:
UTV com reforço de gaiola, tela de proteção lateral lado piloto, cinto 4 ou 5 pontos.
Piloto: capacete ,macacão anti-chamas ,luvas e sapatilhas

– Preço da inscrição: 1.500 reais por UTV com 1 piloto e acréscimo de 500 reais por piloto adicional.

GRADE DE HORÁRIOS

As categorias serão divididas em dois blocos

A – Turbo
B – Aspirado Production, Aspirado Super, Over 50 e Turbo Light

QUINTA 26/10

Abertura de box para equipes a partir das 12:00
Pista fechada

SEXTA 27/10

8:00 as 18:00 secretaria para validação das inscrições, credenciamentos e Vistorias

TREINOS LIVRES

BLOCO B
14:00 as 15:00
16:30 as 17:30

BLOCO A
15:15 as 16:15
17:45 as 18:45

SÁBADO 28/10

7:30 as 9:00
Validação inscrições, credenciamentos e vistorias

TREINOS LIVRES

BLOCO B
9:00 as 9:45

BLOCO A
10:00 as 10:45

TOMADA DE TEMPO

BLOCO B
11:00 as 11:30

BLOCO A
12:00 as 12:30

BRIEFING GERAL
14:00

LARGADA 1 BLOCO B
15:00 as 17:00
Termino parque fechado

DOMINGO 29/10

WARM UP BLOCO A
8:00 as 8:30

LARGADA 1 BLOCO A
9:00 as 11:00
Termino parque fechado

LARGADA 2 BLOCO B
11:45 as 13:45

LARGADA 2 BLOCO A
14:30 as 16:30

PODIUM
17:00

Para mais informações, entre em contato com a equipe Casarini BRP: (11) 3392-3000

 

 


Rally dos Sertões – Bruno Varela e João Arena comemoram título dos UTVs

Can-Am confirma pentacampeonato da categoria com o veículo Maverick X3, que dominou o Top 15 dos UTVs na edição de 25 anos do evento Fonte: Mundo Press O piloto Bruno…

Can-Am confirma pentacampeonato da categoria com o veículo Maverick X3, que dominou o Top 15 dos UTVs na edição de 25 anos do evento
Fonte: Mundo Press

Equipe Divino Fogão comemorando o titulo do Rally dos Sertões - Foto Magnus Torquato

Equipe Divino Fogão comemorando o titulo do Rally dos Sertões 2017 – Foto Magnus Torquato

O piloto Bruno Varela e o navegador João Arena, de São Paulo, são os grandes campeões dos UTVs no 25º Rally dos Sertões. A dupla confirmou a taça inédita neste sábado (26), no sétimo e último dia de prova, que terminou na rampa de chegada em Bonito (MS) após 3300 quilômetros de desafios – 1999 de trechos cronometrados. A conquista representou o quinto título consecutivo da Can-Am na categoria. A fábrica canadense foi soberana e dominou o Top 15 dos UTVs, com os veículos Maverick X3.

Maior rally do país, o Sertões teve início no último dia 20 em Goiânia (GO). Os competidores a bordo dos UTVs Can-Am Maverick X3 protagonizaram as disputas desde o prólogo, travando um revezamento acirrado na liderança da classificação a cada etapa.

Com o desempenho, ele e o navegador João Arena ainda faturaram o título da classe UTV Pro Turbo. Na UTV Super Production, os vencedores foram Luiz Rodrigues e Fernando Filho, também a bordo do Can-Am Maverick X3.

Resultados (extra-oficiais) – 25º Rally dos Sertões
UTVs – Acumulado após sete etapas (FINAL)
1° – Bruno Varela/João Arena – 25:38:22.61 – Can-Am Maverick X3
2° – Lucas Barroso/Breno Rezende – 25:46:19.58 – Can-Am Maverick X3
3° – Ismar Júnior/André Galvão de Sá – 26:08:06.49 – Can-Am Maverick X3
4° – Edu Piano/Solon Mendes – 26:14:11.18 – Can-Am Maverick X3
5° – Marcelo Gastaldi/Cláudio Silveira – 26:20:16.96 – Can-Am Maverick X3
6° – Enrico Almeida/Fábio Pedroso – 26:35:44.14 – Can-Am Maverick X3
7° – Zeca Sawaya/Marcelo Haseyama – 27:03:19.38 – Can-Am Maverick X3
8° – Gabriel Cestari/Edgar Fabre – 27:18:16.97 – Can-Am Maverick X3
9° – Daniel Mahseredjian/Sano Chermont – 27:22:21.80 – Can-Am Maverick X3
10° – Rodrigo Betti/Daniel Crema – 27:54:58.06 – Can-Am Maverick X3
11° – Rodrigo Varela/Idali Bosse – 28:15:23.31 – Can-Am Maverick X3
12° – Gabriel Varela/Gabriel Morales – 28:42:29.88 – Can-Am Maverick X3
13° – Cristiano Batista/Robledo Nicoletti – 28:47:24.03 – Can-Am Maverick X3
14° – Allan Cestari/Weidner Moreira – 28:58:59.35 – Can-Am Maverick X3
15° – Luiz Rodrigues/Fernando Filho – 29:37:45.00 – Can-Am Maverick X3


Rally dos Sertões – Can-Am Maverick X3 abre disputa nas seis primeiras posições

Em dia de desafios extremos, veículo da marca canadense é o grande destaque da categoria para UTVs; Etapa Maratona será nesta segunda-feira (21) Fonte: Mundo Press O 25º Rally dos…

Em dia de desafios extremos, veículo da marca canadense é o grande destaque da categoria para UTVs; Etapa Maratona será nesta segunda-feira (21)
Fonte: Mundo Press

Enrico Amarante/Fábio Pedroso na etapa de abertura do Rally dos Sertões 2017 - Foto Marcelo Maragni

Enrico Amarante/Fábio Pedroso na etapa de abertura do Rally dos Sertões 2017 – Foto Marcelo Maragni

O 25º Rally dos Sertões teve início com grau máximo de dificuldade neste domingo (20). Atual tetracampeã dos UTVs, a Can-Am saiu na frente e dominou as seis primeiras posições da categoria com os veículos Maverick X3. O piloto Denisio do Nascimento e o navegador Emilio Rockenbach venceram, seguidos por Enrico Amarante e Fábio Pedroso, de acordo com os resultados extra-oficiais. A etapa de abertura foi realizada entre Goiânia e Goianésia, Goiás, e somou 680 quilômetros – 306 deles de trechos cronometrados (especiais).

O trajeto foi marcado por terreno acidentado, estradas de alta e de médias velocidades, travessias de rios e muita pedra. Dos 34 UTVs inscritos, 26 completaram o roteiro, como o goiano Amarante. “O dia foi bom para acelerar e o Maverick X3 esteve fantástico, chegou inteiro no final”, avaliou o piloto. Atual campeão nacional, ele ainda somou pontos importantes para a disputa do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country, já que o Sertões é válido pelas quatro etapas finais do calendário.

Nesta segunda-feira (21), a segunda etapa do Rally dos Sertões será disputada em formato Maratona, o qual não permite apoio mecânico externo no final do dia. O percurso terá destino a Santa Terezinha de Goiás-GO, com 326 quilômetros (248 de especiais). O maior rali do país também inclui categorias para quadriciclos, motocicletas e carros. A chegada está marcada para o dia 26 de agosto em Bonito (MS)
Resultados (extra-oficiais) – 25º Rally dos Sertões 

UTVs – Prólogo
1° – #207 – Deninho Casarini/Luis Felipe Eckel – 0:03:49.90 – Can-Am Maverick X3
2° – #216 – Bruno Varela/João Arena – 0:03:50.70 – Can-Am Maverick X3
3° – #213 – Rodrigo Varela/Idali Bosse – 0:03:52.49 – Can-Am Maverick X3
4° – #220 – Lucas Barroso/Breno Rezende – 0:03:54.77 – Can-Am Maverick X3
5° – #208 – Gabriel Varela/Gabriel Morales – 0:03:55.37 – Can-Am Maverick X3
6° – #201 – Enrico Almeida/Fábio Pedroso – 0:03:57.23 – Can-Am Maverick X3
7° – #214 – Leonardo Beleza/Marcos Almeida – 0:03:59.57
8 – #203 – Cristiano Batista/Robledo Nicoletti – 03:59.81 – Can-Am Maverick X3
9° – #235 – Edu Piano/Solon Júnior – 04:07.58 – Can-Am Maverick X3
10° – #231 – Ismar Júnior/Andre Galvao de Sá – 04:10.19 – Can-Am Maverick X3

UTVs – 1ª Etapa
1° – Deni do Nascimento/Emilio Rockenbach – 4:42:28.87 – Can-Am Maverick X3
2° – Enrico Almeida/Fabio Pedroso – 4:48:44.89 – Can-Am Maverick X3
3° – Marcelo Gastaldi/Cláudio Silveira – 4:49:18.22 – Can-Am Maverick X3
4° – Edu Piano/Solon Mendes – 4:52:41.94 – Can-Am Maverick X3
5° – Bruno Varela/João Arena – 4:55:50.30 – Can-Am Maverick X3
6° – Lucas Barroso/Breno Rezende – 4:56:37.06 – Can-Am Maverick X3

7° – Henrique Gutierrez/Andre Lucas Munhoz – 5:02:26.44
8° – Zeca Sawaya/Marcelo Haseyama – 5:02:40.98 – Can-Am Maverick X3
9° – Ismar Júnior/Andre Galvão de Sá – 5:08:45.22 – Can-Am Maverick X3
10° – Euclides Júnior/Marcos Panstein – 5:15:52.24 – Can-Am Maverick X3

Programação* – 25º Rally dos Sertões
2ª Etapa – 21/8 (Segunda-feira)
Goianésia (GO) – Santa Terezinha de Goiás (GO) – ETAPA MARATONA
DI (Deslocamento inicial) – 78 km
TE (Trecho especial cronometrado) – 248 km
DF (Deslocamento final) – 0 km
Total do dia: 326 km

3ª Etapa – 22/8 (Terça-feira)
Santa Terezinha de Goiás (GO) – Aruanã (GO)
DI – 0 km
TE – 297,06km
DF – 9 km
Total do dia: 306,06 km

4ª Etapa – 23/8 (Quarta-feira)
Aruanã (GO) – Barra do Garças (MT)
DI – 102,4 km
TE – 273,20 km
DF – 95,68 km
Total do dia: 471,28 km

5ª Etapa – 24/8 (Quinta-feira)
Barra do Garças (MT) – Coxim (MS)
DI – 13,85 km
TE – 438,86 km
DF – 213,30 km
Total do dia: 666,01 km

6ª Etapa – 25/8 (Sexta-feira)
Coxim (MS) – Aquidauana (MS)
DI – 59,82 km
TE – 194,91 km
DF – 174,72 km
Total do dia: 429,45 km

7ª Etapa – 26/8 (sábado)
Aquidauana (MS) – Bonito (MS)
DI – 128,62 km
TE – 240,45 km
DF – 51,71 km
Total do dia: 420,78 km

Total da prova: 3.300,06 km
Total de trechos cronometrados (especiais): 1.999,52 km

* A programação é fornecida pela organização do evento e está sujeita a alterações. 


Rally dos Sertões – Deninho Casarini e Luis Eckel largam na frente dos UTVs


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